Consumo de drogas e direção não combinam


O crescente número de acidentes e mortes no trânsito, levou o Brasil a estudar ações para inibir a combinação do uso de drogas e direção.

Além da Lei Seca, Lei n° 11.705, que completou 12 anos em junho de 2020, os Departamentos de Trânsito (Detrans) estão testando um aparelho que também pode auxiliar na fiscalização. Conhecido como “drogômetro”, o aparelho é capaz de identificar até 15 tipos de drogas.

Seguindo a prática adotada em países como Estados Unidos, Canadá e França, o Brasil iniciou os testes com drogômetro em Curitiba (PR), Distrito Federal (DF) e Ji-Paraná (RO). 

Drogômetro detecta se motorista usou drogas ilícitas

Portaria instituída em abril de 2019, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, autorizou um projeto-piloto para testar a eficácia do drogômetro em fiscalizações nas ruas. Esse aparelho detecta o uso de drogas ilícitas por meio da saliva ou do suor da impressão digital. O teste identifica maconha, cocaína, anfetaminas e outras substâncias.

Saiba mais detalhes sobre o equipamento aqui.

Assim como o etilômetro, conhecido popularmente como bafômetro, o drogômetro fornece o resultado em poucos minutos. Portanto, pode ser um equipamento útil em blitz e ações que visam reduzir os índices de acidentes e mortes em vias e estradas brasileiras.

Dessa forma, a fiscalização com combinação desses dois equipamentos têm grande potencial para aumentar a segurança no trânsito. Nos últimos dez anos, por exemplo, houve uma redução de 14% nas mortes no trânsito. E a Lei Seca, sem dúvida, é um dos fatores que contribuiu para essa estatística.

Perigos da combinação de direção e drogas

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1,2 milhão de pessoas morrem no mundo em conseqüência de acidentes de trânsito. E motoristas que dirigem sob efeito de substâncias psicoativas representam um grande risco para outros condutores e pedestres.

Você sabia que o consumo de anfetaminas pode aumentar cerca de 5 vezes o risco de acidente em comparação com alguém que não fez consumo da droga? Esse é um dos dados do Relatório Mundial sobre a Situação da Segurança no Trânsito 2018. Esse exemplo mostra como a chance de um motorista sob efeito de drogas ilícitas se envolver em acidentes com vítimas fatais aumenta bastante. 

Por isso, a crescente preocupação por parte da sociedade e governos em investir na segurança de condutores e pedestres tem motivado ações de prevenção e educação no trânsito, como o uso de drogômetros.

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